O sentido

Me acho, me enquadro, me crio. Como um “lego”, me monto pedacinho por pedacinho. Tem janela. Quero mesmo ver lá fora? O que me espera? Se não for melhor do que montanha-russa eu passo. Descarrilho , vôo, me esborracho. Espatifado, me reconstruo. To cansado do “lego”, quem sabe não uso o “monopólio”? Muito mais parecido com a vida. Parecido até demais; rejeito. Acabou o recreio. Vazio. Aproveito para conhecer meu vácuo infinitamente maior que eu. “Kamikaze” no meu vale das virgens, me suicido em mim. Como um bom escorpiano, resta emergir das cinzas. Não quero. Gostei do nada. Acho que vou ficar por aqui um tempo. Parece o começo do fim da minha eternidade. Sinto um término inexplicável, que me dá certeza de um novo começo. Começo e fim se juntam num sentido único e indubitável. Enfim são a mesma coisa. Sempre e nunca, sim e não, certo e errado. Todos se atraem provocando uma tempestade cerebral que me faz invejar os acéfalos. A vida simples do campo deixa de ser uma utopia para se servir da categoria de remédios na prateleira do meu lavabo. Caguei, o mundo fede, eu fedo, a vida… Tomo uma overdose de vida simples. FIM.

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5 Responses to O sentido

  1. leka says:

    PUTA QUE PARIU!Estou sem palavras…Me indentifico totalmente!

  2. Anonymous says:

    *identifico

  3. leka says:

    saiu sem nome*identificoo

  4. Thaís Vaz says:

    Isso fede ai no seu quadrado q eu "fedo" no meu huahuahaMeu lindo, querido, vizinho, diretor, poderoso, COBRA cascavel, (calma!seu signo no zodíaco chines huhhu)vamos nos entupir de jaapaaaa! sssss garoto

  5. Thaís Vaz says:

    detalhe mesmo título do meu lá no blog huahauhauahuaha almas gemeas quadradas é a convivençaaa

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